abril 05, 2014

Os mortos vivos na política

A cada dia me deparo com pessoas e seus botões de "auto destruir" ligados. Amarrados a seus donos e padrinhos mais parecem mortos vivos em uma política sem vida, sem cor, sem direção. 

Triste ver aqueles que poderiam fazer no futuro algo melhor distanciando-se de ideais para viver em uma fantasia, um faz de contas sem medidas, agarrados a cargos e tostões.

A união que poderia quebrar a inércia, fomentar o inusitado é ofuscada por interesses pequenos, por futilidades e por uma infantilidade que me espanta. Por vezes chego a pensar que uma congregação de princípios e comunhões entre talentos mais jovens seria a única saída, porém me distancio a cada dia desta idéia, quando não há inteligência dificilmente haverá superação.

Não acredito que agregar-se a padrinhos e velhas doutrinas politiqueiras possa produzir bons frutos, o pior cego é aquele que não quer enxergar, os tios de ontem já não são mais referência, o público não aplaude mais as "estrelas" da lona colorida e sem graça. Precisamos de uma nova via, uma nova corrente, precisamos resgatar no povo empobrecido e já sem forças as esperanças adormecidas, o sucesso será do coletivo e para o coletivo, engana-se aquele que ao juntar-se ao dinheiro fácil fará a diferença, a história recente nos prova justamente o contrário, o povo ordeiro está cheio de bobo falastrão. 

Enquanto isso os habitantes da terra do "já teve" precisam acordar e movimentar montanhas bem como limpar o limo das pedras para tornar sonhos realidades.



Um boa páscoa a todos.

Até breve.

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