agosto 17, 2015

A solidão do Poder


A solidão do poder
Após os primeiros anos de mandado é evidente o desgaste entre até os mais próximos.
Decisões precipitadas, excesso de vaidade, raivinhas descontroladas, luxuria e é evidente e clara a falta de experiência e humildade para solucionar problemas recorrentes e promessas antigas de campanha.

A solidão é parceira diária do vivente, a luta travada contra ela é feita com mais devaneios, jogatinas, acertos partidários falhos voltados para o clientelismo, ações marqueteiras erradas, indicações a cargo baseadas em gentilezas etc etc,,, Tantos erros de condução deixam seu antes entusiasmado eleitorado de boca aberta, a nova cidade não passa de uma velha desdentada coberta por um casaco novo de loja decadente. O conteúdo desta gestão é tão ruim quanto ao concorrente combatido nas trincheiras da eleição passada, quizá pior. 

Como pode um índice de carisma despencar tanto? perguntam os incrédulos
Profissionalismo tenho certeza que não é,  quando se coloca gente descompromissada assumindo posições de relevância na condução de assuntos de grande importância para a comunidade dá nisso.
A solidão do poder.

E não adianta colocar a culpa em que fotografa ou escreve sobre o dia a dia, a culpa é da "estrela" maior, do mandatário, do representante (sic) do povo.

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